Equilibre-me
na corda do seu arco
arqueje
a lua até o seu extremo.
Meu
corpo em dor
chora
um caminho por onde voar.
Desinteressado
larga o arco
lançando-se
na indiferença.
Eu ao
chão
arco
rente ao corpo
marcado
pelas garras da sua mão
ao colocar-me
na mira.
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